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"Russia assina paz"

Da coluna Há um século do Estadão:  "Russia assina paz - Radiogramma do governo russo ao governo allemão diz que, em virtude da decisão tomada pelo 'comité' executivo central das 'soviets', pelos operarios, soldados camponeses e comissarios do povo, a Russia acceitava as condições  de paz formuladas pela Allemanha, enviando sua delegação a Brest-Litowsky. Em taes condições declara a guerra terminada nas regiões a oéste da linha indicada em  Brest-Litowsky. A região de Dwinski não será mais de jurisdição russa. O radiogramma está assinado pelos srs. Lenin e Trotsky." http://acervo.estadao.com.br/noticias/acervo,ha-um-seculo-russia-e-a-paz-com-alemanha,13153,0.htm

Programas de rádio

Em tempos de webrádios, podcasts, Spotif y e outros produtos da Internet eu sigo como um assíduo ouvinte de alguns programas de rádio. E isto vem de longa data. Em meados da década de 1970 lembro do programa América do Sol, que ia ao ar pela Bandeirantes FM. Naquela época praticamente o FM era uma novidade e poucas pessoas tinham sintonizadores em casa. A minha primeira vitrola sintonizava somente AM. Eu ouvia o programa no rádio do carro do meu pai. Em de 1980 ganhei de aniversário um aparelho de som com sintonizador FM. Naquela época descobri a rádio Excelsior FM (90,5 Mhz, a atual CBN-SP), que teve por algum tempo uma programação incrível, e teve à frente Mauricio Kubrusly. Um dos lemas da emissora era não repetir as músicas. Eram os tempos de LP e, se o disco tinha 10, 12, faixas, por que tocar só uma? Os programas eram outra marca. Ouvia música independente, rock, punk. Era fã do saudoso Kid Vinil, que tinha um programa todo sábado das 7 às 8 da noite. Muitas das bandas q...

Os reflexos do golpe nas Comunicações

Não é só na política e na economia que o golpe articulado para a retirada da presidenta Dilma interferem. As ações refletem também na área das Comunicações. O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) divulgou recentemente um levantamento que aponta ao menos sete medidas que atingiram o setor. O desmonte da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) e da comunicação pública, as crescentes violações à liberdade de expressão e o favorecimento de Temer, presidente ilegítimo, a políticos donos dos meios de comunicação são alguns destes golpes. O conteúdo completo do texto está disponível no sítio do FNDC .

A magia do som

Recentemente li o texto 'Os sons do Brasil', do diretor de som português Vasco Pimentel no caderno ilustríssima, da Folha de São Paulo. Ele trata da participação no filme 'Vazante',  primeiro trabalho da diretora Daniela Thomas. A partir da leitura, me interessei pelo filme, que r etrata a vida numa fazenda mineira do século XIX. Infelizmente, como outras produções nacionais, o filme ficou em cartaz poucos dias, e eu não consegui assistir. No texto, publicado no dia 26 de novembro de 2017, o Vasco Pimentel explica o processo de criação da trilha do filme, cujo objetivo era levar o espectador a uma imersão no universo de uma fazenda escravagista do Brasil do século XIX. Simplesmente fantástico. O texto está disponível em:  https://tinyurl.com/yackvflq Confira o trailer do filme:  https://www.youtube.com/watch?v=7g0OfzwETcs

A casa bandeirista do Sítio da Ressaca

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Dia destes conheci o sítio Casas Bandeiristas que reúne informações sobre estas construções, localizadas em São Paulo e outros estados brasileiros e até nos países vizinhos.  O termo casa bandeirista foi criado pelo arquiteto Luís Saia na década de 1950.  São casas do período colonial que, na sua maioria ainda existem e podem ser visitadas. Outras infelizmente foram botadas abaixo. Nesta semana conhecemos a casa do Sítio da Ressaca, no atual bairro do Jabaquara, em São Paulo, localizada próxima ao córrego que dá nome ao sítio.Trata-se de uma construção de 1719, conforme marca existente na porta da entrada do alpendre. De acordo com o painel de informações do local, a casa tem telhas com data e assinatura dos oleiros que as produziram no início do século XVIII. Marca na porta da entrada mostra a data provável da casa, 1719 A casa foi construída com a técnica da taipa de pilão e tem portas e batentes originais, fabricadas em canela preta. "Comum entre as construções col...

As ‘baldosas’ e a memória dos desaparecidos argentinos

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Ao percorrer as ruas de Buenos Aires, não é difícil encontrar uma delas. São as chamadas ‘baldosas’, placas instaladas nas calçadas com informações de pessoas desaparecidas durante a ditadura civil militar argentina (1976-1983). Afinal, são cerca de 30 mil o número estimado de desaparecidos e desaparecidas neste triste período da história recente do país hermano . Talvez o movimento mais conhecido em defesa da memória destes desaparecidos no Brasil seja a ‘ Asociación Madres de Plaza de Mayo ’, criada por mães que perderam seus entes queridos, e que neste ano comemora 40 anos de luta incansável em defesa do direito de saber onde estão estas pessoas e pela punição dos responsáveis (Leia abaixo). Outro movimento, menos conhecido, mas que realiza um trabalho tão importante quanto é o Barrios X Memoria Y Justicia . Segundo representantes, o movimento foi criado em princípios de 2006 e é constituído desde a origem por pessoas que participavam das assembleias dos bairros da cidade, ...

Museu conta a história da imigração na Argentina

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Buenos Aires dispõe de um museu que resgata a história da imigração. Localizado no Centro da cidade (Av. Antártida Argentina, próximo ao Puerto Madero), o Museo de la Inmigración funciona no antigo prédio do Hotel de Inmigrantes . Atualmente o local está sob cuidados da Universidad Nacional de Tres de Febrero . A entrada é gratuita, e o interessante é tentar participar de uma das visitas guiadas, nas quais se pode aprender um pouco mais sobre a construção e a imigração. No local é possível conferir ainda exposições que contam a história da imigração. A imigração argentina foi uma política de Estado com o objetivo de ocupar o território. Para tanto, em 1876, foi aprovada uma lei de imigração e colonização que abria as portas para os imigrantes. Esta legislação estabelecia poucos requisitos, como a idade máxima de 60 anos, além de atestados de não-mendicância, de saúde e de não ter antecedentes criminais. Quando um navio de imigrantes chegava ao porto de Buenos Aires, uma c...